Novo Site do Núcleo Brasília

Convido a todos aqueles que nos acompanham a acessar nosso novo site:

Logo_Nucleo_BSB

www.nucleobrasilia.com

Neste novo ambiente teremos a possibilidade de disponibilizar mais informação, com muito mais detalhes, como por exemplo: mapas interativos com dados de nossas pesquisas, gráficos interativos e muito mais.

Assim, sintam-se convidados ao nosso site e a se cadastrarem nele, para não perderem as atualizações que faremos!!

Abraços,

Rômulo Ribeiro

Drone2Map: o software que transforma imagens de drones em mapas 2D e 3D — Abimael Cereda Junior

Portal CanalTech | Matérias: Software 25/06/2016 Por Regis Soares a partir da entrevista com Abimael Cereda Junior. Leia, a seguir, alguns trechos com depoimentos e aqui a reportagem completa; conheça o case de uso do Drone2Map pelo Prof. Dr. Sady Menezes da UFRRJ. Os drones são uma nova plataforma para coleta de dados que, na verdade, não é tão […]

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Geografia da Saúde ou o “Mapa das Doenças”: do Dr. John Snow à Dengue e Zika Virus — Abimael Cereda Junior

CEREDA JUNIOR, A. Geografia da Saúde: um “mapa das doenças” – do Dr. John Snow à Dengue e ao Zika Vírus. Conhecimento Prático: Geografia, São Paulo: Editora Escala, edição 66. ou “como a Geografia pode ajudar no combate às doenças?” Sobre o autor. No início da minha graduação em Geografia na UNESP [a] Rio Claro, em um […]

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Difusão Científica – Um dos Grandes Papeis do Observatório das Metrópoles

A Rede INCT Observatório das Metrópoles lançou via boletim semanal, no dia 17 de fevereiro de 2016, a ação de difusão científica “70 livros para download”.

A iniciativa obteve grande êxito e alcançou números impressionantes no site do Observatório das Metrópoles.

Foram mais de 1 milhão de 240 mil downloads no período de Fevereiro a Abril de 2016 – incluindo os acessos aos Livros no site principal (observatoriodasmetropoles.net) e no site da Coleção “Metrópoles: transformações na ordem urbana”.

Sobre a coleção, os números também impressionam. Segundo o levantamento realizado pelo programador Arthur Molina no servidor do site, foram um pouco mais de 585 mil downloads para a coleção “Metrópoles: transformações na ordem urbana” (Fevereiro a Abril de 2016).

LIVROS OBSERVATÓRIO

PDFs
Fev/2016 – 501.030
Mar/2016 – 416.346
Abr/2016 – 323.994

TOTAL = 1.241.370 downloads

EPubs
Fev/2016 – 3.908
Mar/2016 – 4.584
Abr/2016 – 2.496

TOTAL = 10.988 downloads

COLEÇÃO “METRÓPOLES: TRANSFORMAÇÕES NA ORDEM URBANA”
Orderm Urbana PDFs
Fev/2016 – 224.223
Mar/2016 – 186.585
Abr/2016 – 174.273

TOTAL = 585.081 downloads

Orderm Urbana EPUBs
Fev/2016 – 753
Mar/2016 – 1.201
Abr/2016 – 644

TOTAL = 2.598 downloads

Esta é  a quantidade de downloads por mês de todos os PDFs e Epubs

O Observatório das Metrópoles também vem divulgando sua produção nas Redes Sociais. Atualmente, a página do Facebook alcançou a marca de 14 mil seguidores – um número importante para a nossa rede.

Facebook: 14 mil seguidores 

Twitter: 2840 seguidores

Esses números demonstram a importância da produção científica do INCT Observatório das Metrópoles, bem como sua influência no debate público quando o tema diz respeito ao planejamento urbano e gestão das metrópoles brasileiras.

Vamos divulgar os números no boletim da próxima semana. Pedimos que os coordenadores divulguem o resultado para as equipes e públicos dos núcleos regionais.

Segue o link para divulgar a ação.

Observatório das Metrópoles 

disponibiliza 70 livros para download

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A Rede INCT Observatório das Metrópoles disponibiliza mais de 70 livros para download com o objetivo de dar continuidade à sua política de difusão científica com o compartilhamento amplo e gratuito de toda a sua produção de conhecimento.

As publicações fazem parte da trajetória da rede de pesquisadores e seu compromisso com o desenvolvimento metropolitano brasileiro, especialmente os resultados do quinquênio 2009-2014 no qual o Observatório passou a integrar o Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT/CNPq/MCT&I). Os livros tratam de temas como dinâmicas de metropolização, organização social do território, desigualdade social e segregação urbana, megaeventos, governança urbana e cidadania.

O Observatório das Metrópoles constitui um grupo nacional de instituições que realiza Pesquisa em Rede, comparativa e multidisciplinar, sobre os impactos metropolitanos da mudança de modelo de desenvolvimento. Sob a coordenação geral do IPPUR/UFRJ, o Observatório reúne cerca de 115 pesquisadores principais integrantes de 50 instituições dos campos: universitário (54 programas de pós-graduação), governamental e não-governamental.

As instituições reunidas no Observatório das Metrópoles vêm pesquisando de maneira sistemática as 15 principais metrópoles brasileiras – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Recife, Salvador, Natal, Fortaleza, Belém, Brasília, Vitória, Baixada Santista e a aglomeração urbana de Maringá.

Desde 2009, o Observatório integra o Programa INCT (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia) e busca ser uma rede plurinstitucional e pluridisciplinar que procura aliar suas atividades de pesquisa e ensino com a missão social de realizar e promover atividades que possam influenciar as decisões dos atores que atuam no campo da política pública, tanto na esfera do governo, como da sociedade civil.

Ao longo da sua trajetória a Rede Observatório das Metrópoles já publicou cerca de 120 livros, resultado dos seus esforços para fortalecer os estudos metropolitanos e o e o debate sobre o papel das metrópoles brasileiras para o desenvolvimento nacional. Nos últimos anos a nossa rede vem reforçando sua política de difusão científica, compartilhando suas publicações em formato PDF ou E-BOOK para o público geral.

Agora a Rede INCT Observatório das Metrópoles oferece uma compilação de 70 livros para download gratuito – as publicações tratam de temas fundamentais para o planejamento e gestão dos grandes centros urbanos do Brasil – tais como dinâmicas de metropolização, organização social do território – políticas habitacionais, mobilidade urbana, saneamento básico; desigualdade social e segregação urbana – bem-estar urbano, desigualdades escolares e segregação residencial; megaeventos, governança urbana e cidadania.

Acesse no link a seguir a Lista dos 70 Livros do Observatório das Metrópoles

Cidades virtuais: uso de games para estudos urbanos

Publicado por Observatório das Metrópoles

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Imagem do jogo SimCity (simulador de gestão de cidades)        Crédito: Reprodução/Web

 

A Rede INCT Observatório das Metrópoles vem desenvolvendo pesquisas como foco na inovação para a formação do chamado Profissional da Cidade, tanto na esfera das políticas públicas quanto na inserção desse profissional na nova Era do Conhecimento, pautada pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). O projeto “Cidades virtuais: uso de games para estudo de arquitetura e urbanismo”, do professor Pablo Lira (IJSN/UVV), é um exemplo de inovação em práticas pedagógicas: ele inseriu o game “SimCity” (simulador de cidades) nas aulas de Arquitetura e Urbanismo, permitindo aos estudantes verificar em ambiente virtual simulado a aplicabilidade e efetividade das teorias, instrumentos e mecanismos do planejamento urbano. O projeto foi um dos premiados do Prêmio Inova UVV 2015.

Pablo Lira é geógrafo do Instituto Jones dos Santos Neves (Governo do Espírito Santo), professor da Graduação do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Vila Velha e coordenador do Núcleo Vitória do INCT Observatório das Metrópoles.

Ele conta que o projeto “Cidades Virtuais” surgiu em 2014 de uma capacitação da UVV para o corpo docente, sendo que a proposta era desenvolver práticas inovadoras em sala de aula. “Nesse treinamento tive a idéia de usar o game SimCity – um simulador computacional de gestão cidades – no plano da disciplina Fundamentos Sociais, Econômicos e Ambientais de Arquitetura e Urbanismo. A proposta era que os estudantes pudessem aplicar na prática virtual as teorias urbanas que estudávamos em sala”, relata e completa:

“O projeto “Cidades Virtuais” visa estimular os alunos a refletir de forma inovadora, em uma perspectiva heurística, para encontrar soluções, com base nas teorias trabalhadas nas aulas expositivas, para problemas complexos no campo da Arquitetura e Urbanismo. Nossos futuros arquitetos e urbanistas, com a referida dinâmica, exercitam e desenvolvem suas capacidades técnicas, de liderança, de gestão e de trabalho em equipe, bem como princípios de ética e cidadania”, afirma.

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Pablo Lira fala sobre “Cidades Virtuais” durante a premiação do Prêmio Inova UVV

SIMULADOR DE CIDADES NA SALA DE AULA

Pablo conta que o SimCity possibilita práticas de planejamento, construção e gerenciamento de uma cidade a partir de um território delimitado.

Em sala de aula, ele propõe a formação de grupos que serão gestores de várias cidades. No início do jogo, o grupo irá conceber a cidade a partir da topografia, hidrografia, cobertura florestal e definir espécies de fauna e flora.

Na etapa seguinte, os estudantes assumem o “modo Prefeito” e passam a planejar e gerenciar a cidade, controlar o orçamento e finanças municipais, monitorar as condições ambientais e administrar uma série de questões urbanas, como por exemplo:

  • zoneamento agrário, industrial, residencial e comercial;
  • manutenção de infraestrutura;
  • saneamento básico;
  • vias públicas;
  • educação, saúde e segurança;
  • greves de funcionários públicos;

“Em cada equipe é eleito um líder que representa a figura do gestor maior da cidade. Os demais membros das equipes assumem importantes papeis de conselheiros, planejadores e secretários municipais”, explica Pablo e finaliza: “A atividade lúdica do jogo desafia os alunos estimulando o desenvolvimento do raciocínio lógico, reflexivo e analítico que é exercitado individualmente e coletivamente nas equipes”.

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Estudantes de Arquitetura e Urbanismo UVV simulando a gestão da cidade

Pablo aponta ainda que a divisão da turma em equipes favorece o debate, trabalho em grupo e aprendizado cooperativo. “O papel do educador é instruir e supervisionar o trabalho de maneira geral com a turma e prestar orientação particularizada em cada equipe”.

POTENCIALIDADES

O caráter interdisciplinar do projeto “Cidades Virtuais” também evidencia interfaces com outras disciplinas da grade do curso de Arquitetura e Urbanismo, a saber:

  • Introdução à Arquitetura e Urbanismo;
  • Conforto, Saúde e Segurança;
  • Teoria e História da Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo;
  • Planejamento Territorial, Ambiental e Urbano.

E possibilita aos alunos explorar uma série de novos conhecimentos relacionados ao planejamento e gestão urbana que vão além do curso de Arquitetura e Urbanismo, como por exemplo:

  • finanças públicas
  • estatística
  • cartografia
  • geoprocessamento
  • estrutura econômica
  • setores produtivos
  • transportes e obras públicas
  • logística
  • engenharia

Com a utilização do SimCity, os estudantes podem verificar em ambiente virtual simulado a aplicabilidade e efetividade de instrumentos e mecanismos da política urbana e políticas setoriais como:

  • zoneamento urbanístico;
  • definição de índices urbanismos;
  • uso e ocupação do espaço urbano;
  • mobilidade e modais de transportes;
  • saneamento e habitação;
  • abastecimento hídrico;
  • matriz energética, entre outros;

ENVOLVIMENTO

Segundo Pablo Lira, o envolvimento dos alunos com a disciplina aumentou muito com o uso do jogo. “Antes de aplicar essa dinâmica, os alunos sempre ficavam mais cansados. Vejo a maioria muito motivada, e aplicando os conhecimentos teóricos em uma experiência de gestão da cidade. No final do semestre realizamos um seminário no qual cada grupo apresenta o resultado do seu planejamento-gestão a partir da perspectiva social, econômica, ambiental”.

PERSPECTIVAS FUTURAS

Pablo conta que já está avaliando a possibilidade de trabalhar concomitantemente este projeto em plataformas de smartphones, considerando que já existe uma versão gratuita do jogo SimCity para essas novíssimas tecnologias.

Além disso, pretende replicar a experiência em outros cursos da UVV, bem como submissão de artigos em periódicos.

Ele já está usando o simulador de cidades no Curso de Pedagogia no qual ensina a disciplina Fundamentos do Ensino de Geografia. “Eu uso o simulador na pedagogia para que os estudantes pensem o espaço geográfico, a relação do homem com o espaço, as relações socioespaciais etc”, explica e conclui:

“Vivemos numa Era Urbana, e todos estão vivendo e produzindo na cidade. Ela é o nosso espaço de açao, portanto todos os profissionais devem olhar para a Cidade, refletir sobre seu funcionamento, políticas, sustentabilidade etc”.