Reforço que vem de fora dos estádio / Reinforcement that comes from outside the stadium

News about volunteering for the World Cup. FIFA earns millions of dollars, contractors too. The government aims to raise millions of dollars with the event, and ask for people to volunteer, ie, work without pay, or none of them will spending anything. There are at least a contradiction in this respect, who manages the event will earn lots of money and who work do not get anything!

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Notícia sobre o voluntariado para a Copa. A FIFA ganha milhões de dólares, as empreiteiras também. O governo pretende arrecadar milhões de Reais com o evento, e pedem para que as pessoas se voluntariem, isto é, trabalhem sem ganhar nada, ou melhor sem nenhum deles gastar nada. Há no mínimo uma contradição nesta relação, quem gere o evento ganhará rios de dinheiro e quem trabalha não ganhará nada!

Mais um absurdo relacionado à Copa no Brasil! Trabalho voluntário é quando não há lucro com o evento, o que não é o caso da Copa, pois muito dinheiro será ganho e nenhum será gasto com quem trabalhará. Até quando o povo brasileiro será iludido com a promessa de melhoria de currículo, experiência e outros blá, blá, blás. Quem trabalha tem o direito de ganhar o salário justo, chega de exploração dos brasileiros!!!!

Essa situação de enganação e ilusão pode ser lida na reportagem divulgado pelo Jornal Correio Braziliense de 03/02/2013

Os estudantes Caio Azevedo, Igor Queiroz e Rafaella Gonçalves, todos de 17 anos, querem, em 2013, ultrapassar as fronteiras da sala de aula. Em busca de experiência profissional, contato com pessoas de outros lugares do mundo e de aprendizado em idiomas diferentes, os três alunos do ensino médio em escolas públicas do Distrito Federal são candidatos a trabalhar como voluntários durante a Copa das Confederações, da Fifa. Eles se inscreveram no programa Brasil Voluntário, do governo federal, que vai selecionar 11,9 mil pessoas para reforçarem a equipe na recepção de delegações e torcedores durante as atividades deste ano. Os interessados que ainda não se cadastraram para participar devem preencher o formulário de inscrição disponível no portal do programa.
Igor não esconde a ansiedade de participar do campeonato como voluntário. Ele foi um dos alunos de destaque entre os de escolas públicas no DF em 2012: conseguiu ser selecionado para uma olimpíada de matemática na Índia e foi escolhido, entre todos os brasileiros participantes, como porta-voz oficial da equipe, por causa da fluência em inglês. Agora, Igor quer mais. “O trabalho como voluntário num evento como esse e o de 2014 me expõe a novas possibilidades. Espero que a experiência me ajude a fazer contatos e utilizá-los no futuro, quando eu estiver procurando um emprego de verdade”, conta.

Para garantir a vaga, o estudante e os colegas Caio e Rafaella participam de um projeto complementar de capacitação de voluntários oferecido a alunos e professores da rede pública de ensino nos Centros Interescolares de Línguas (CILs) do DF. O objetivo das atividades do Um gol de educação é treinar cerca de 800 pessoas para recepcionarem turistas, atletas e autoridades durante os campeonatos.

Caio quer ter a chance de praticar o inglês que aprendeu no CIL de Ceilândia enquanto trabalha e, assim, garantir no currículo a fluência na língua. “Quero aproveitar para, quem sabe, fazer amigos de fora”, revela o jovem. Já Rafaella aposta na própria simpatia, inteligência e, é claro, na presença maciça de estrangeiros e autoridades mundiais para conquistar os objetivos profissionais após as duas copas. “Imagine o tanto de gente diferente que vai passar por aqui? Essa é a minha chance de mostrar o que eu posso fazer.”

A jovem, que já trabalhou como voluntária em outros eventos em Brasília, descobriu na atividade voluntária uma maneira de participar de forma mais ativa da vida da cidade e do país. Ela também pretende acompanhar de perto a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e, por isso, se dedica todos os dias a estudar dois idiomas estrangeiros e, ainda, a conhecer mais sobre as cidades sedes dos dois campeonatos e pesquisar sobre os costumes e tradições dos países participantes. “Quero estar preparada para fazer uma recepção adequada. Eu não sabia nada de futebol, e já estou craque, pelo menos no vocabulário. Estou estudando o tema em inglês e francês”, afirma.

Leia o texto completo em: Reforço que vem de fora dos estádio

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