Curso “Gouverner la ville durable: enjeux et perspectives” do Prof. Jérôme Dubois

O curso trata das cidades como atores da política mundial e europeia. Mostra que as grandes cidades tendem a acumular mais poder como atores da economia política mundial, como Londres, Berlim, Paris, Nova Iorque, Tóquio, Pequim e Xangai. Kenichi Ohmae já defendia isso na década de 90. Tais cidades são grandes polos de atração de investimentos e pessoas influentes, locomotivas do desenvolvimento nacional,  bem como beneficiadas por políticas nacionais que entendem que uma cidade é muito mais dinâmica do que um país. Ou seja, algumas políticas nacionais permitem a delegação de competência para que tais cidades sejam competitivas no mundo. Nesta lógica, a grande Paris faz sentido, e o modelo chinês de cidades verticais parece ser adequado para esta meta de acúmulo de poder político-econômico. Porém, a questão do desenvolvimento sustentável precisa ser repensada, bem como o modelo de organização territorial decentralizado.  O que nos conduz à questão de saber o que é uma cidade sustentável?? E finalmente, uma questão central: a exportação dos modelos do Norte ao Sul com apoio de organizações internacionais e seus resultados mitigados. Estima-se que em 2050 cerca de 70% da população mundial será urbana, o que é o grande debate atual para países em desenvolvimento, Índia talvez o mais importante. E tudo isso está sendo discutido atualmente pelo GDF, com o lançamento na semana passada do plano para a grande Brasília realizado pela consultoria Jurong de Cingapura.

Professor: Jérôme Dubois, Aix-Marseille-Université

Dias: 01, 02, 07, 08 e 09 de julho

Local: IREL – UnB

Horário: de 12h às 14h

Público: 10 a 15 pessoas (professores e estudantes)

Curso em língua francesa

Inscrição: no dia 01 de julho, na sala

Contato: Profa. Ana Flávia Barros (anaflavia@teaser.fr)

——

Contexte :

Depuis 2008 plus de 50% de l’humanité vit en ville et en 2050 on estime que 70 % des êtres humains seront citadins. Dans ce contexte la ville est aujourd?hui au centre des réflexions sur les rapports hommes/nature et concentre bien des défis écologiques du XXIème siècle.

Face à ces enjeux environnementaux, le débat sur la ville a pris une importance accrue. Force est de souligner qu’elle concentre la majorité des réflexions et des énergies d’une partie de la littérature scientifique et institutionnelle. L’humanité étant urbaine il convient d’accompagner au plus vite le développement de la ville durable, porte de sortie pour réconcilier l’homme avec sa planète. La concentration des hommes sur un territoire permettant en outre de développer à moindre coût les services urbains les plus élémentaires faisant défaut dans bien des parties du monde.

Néanmoins, l’analyse des préconisations des programmes spécialisés de l’ONU ou de la Banque Mondiale souligne les limites de la diffusion de recettes toute faite à destination des décideurs urbains. Deux séries de limites peuvent être mises en évidence. La première est épistémologique. La ville durable est avant tout une question de recherche et un essai de construction de solutions localisées et partagées lesquelles se prêtent mal à toute forme de généralisation. La seconde est plus pragmatique. Elle concerne l?exportation au Sud de modèles de développement initiés, avec des succès très mitigés, dans les villes du Nord.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s