Novo Site do Núcleo Brasília

Convido a todos aqueles que nos acompanham a acessar nosso novo site:

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www.nucleobrasilia.com

Neste novo ambiente teremos a possibilidade de disponibilizar mais informação, com muito mais detalhes, como por exemplo: mapas interativos com dados de nossas pesquisas, gráficos interativos e muito mais.

Assim, sintam-se convidados ao nosso site e a se cadastrarem nele, para não perderem as atualizações que faremos!!

Abraços,

Rômulo Ribeiro

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Coleção – Metrópole Transformações Urbanas

SÉRIE METRÓPOLES

A Série “METRÓPOLES: transformações urbanas” é mais um resultado da Rede Nacional de Pesquisa INCT Observatório das Metrópoles que há mais de 15 anos vem consolidando um trabalho em rede multidisciplinar, de produção de conhecimento científico, de metodologias e ferramentas para a pesquisa da questão metropolitana. Como o objetivo de oferecer a análise mais completa sobre a evolução urbana do país, servindo assim de subsídio para a elaboração de políticas públicas e para o debate sobre o papel metropolitano no desenvolvimento nacional, esta série mostra o compromisso e o esforço dos pesquisadores do Observatório para a produção de conhecimento científico em rede relacionado ao planejamento urbano e áreas afins: são 14 livros, 169 capítulos e cerca de 270 autores das mais variadas áreas do saber analisando as transformações urbanas das principais metrópoles do Brasil no período 1980-2010, a partir de temas como organização social do território, demografia, rede urbana, dinâmicas de metropolização, moradia, mobilidade urbana, governança metropolitana, bem-estar urbano, entre outros.
Pode ser acessada em:

SÉRIE METRÓPOLES

Série Metrópoles Transformações Urbanas

COLEÇÃO

  • curitibasalvadorvitoria

No Prelo

  • baixadabelem
  • maringanatal
  • portoalegrerecife
  • riodejaneirosaopaulo

Casa-Átrio

Por Frederico de Holanda

Um dos grandes expoentes da arquitetura e urbanismo do Brasil nos brinda com imagens e o texto de seu projeto Casa-Átrio.

Espero que você gostem tanto quanto eu.

CASA-ÁTRIO

Frederico de Holanda partilha um vídeo que fez sobre sua casa em Sobradinho, Brasília, que projetou em 1998 e onde mora desde 1999. Contém fotos dele (exceto uma, indicada) tomadas ao longo dos últimos quinze anos. Há uma trilha sonora de Erik Satie – Trois Gymnopédies – que interpreta ao piano de sua sala (um Yamaha C2). Inclui outros sons ouvidos na residência: pássaros, o cantar do galo em seu quintal ao amanhecer, trovoadas e o ruído da chuva a desabar no átrio, miolo da casa…

Quem se interessar em saber mais, ele divulga também: 1) o Capítulo 7 do livro Arquitetura e urbanidade, que organizou (publicado na primeira edição, de 2003); 2) o pós-escrito ao capítulo, publicado na segunda edição, de 2011. O capítulo pode ser baixado do link

https://www.academia.edu/10646109/Casa-%C3%A1trio_um_exerc%C3%ADcio_em_autoan%C3%A1lise

O pós-escrito, do link

https://www.academia.edu/10646003/Casa-%C3%A1trio_um_exerc%C3%ADcio_em_autoan%C3%A1lise_p%C3%B3s-escrito_e_video_

O pós-escrito (cinco páginas) pode ser lido independentemente do capítulo. Homenageia o querido mestre Evaldo Coutinho, falecido em 2007 (portanto, quatro anos depois da primeira edição do livro). Holanda procura comentar a casa a partir de sua mirada filosófica, utilizando o método estético (o corpo do capítulo 7 é diferente, lida com outros aspectos, e de outra forma). No texto, antes do pós-escrito propriamente dito, há uma pequena introdução, a ele e ao vídeo.

Isto é o Fim! / This is the End! / Este es el final!

Começo o post de hoje falando do Fim:

Fim do ano

Fim do Governo do GDF

Fim do atendimento aos serviços públicos!

Onde está a ética neste momento de transição política? Vemos que nessa mudança de governo nossa cidade está entrando em colapso! Falta pagamento para as empresas que fazem os atendimentos básicos, essenciais, à população. Falta alimentação nos hospitais, as empresas de ônibus estão em greve, os garis pararam, professores sem salário. O que mais falta parar?

Onde e como foi gasto o orçamento de 2014? Cerca de R$ 17 bilhões.

Está faltando dinheiro para pagamento dos compromissos do governo, mas dinheiro para o Estádio Mané Garrincha tem. O GDF, em meio a crise, liberou mais R$ 14 milhões, que se somam aos já gastos R$ 1,5 bilhões. Se tem dinheiro para o estádio, que não é serviço prioritário, por que não tem dinheiro para manter os serviços essenciais?

Esse é o legado que o ex governador quer deixar? Mostra que não há compromisso dele com a cidade, já que ao perder, a situação caóticas das contas públicas estourou. Segundo publicação da revista Veja, o saldo da conta corrente do governo é R$ 0,00, a poupança tem  o valor de R$ 64.201,07, o que não resolve em nada a situação financeira da capital do país. “Com as contas públicas em colapso e uma longa lista de salários e 13º atrasados, (o governador recém empossado) Rollemberg anunciou uma série de medidas de redução de custos, que vão desde o corte na quantidade de secretarias à economia com combustíveis em carros oficiais. A falta de verba atingiu até a tradicional corrida de Reis, considerada a maior do Centro Oeste. As inscrições para a 45ª edição da disputa começariam nesta terça-feira, mas foram suspensas por falta de recursos. (Marcela Mattos, de Brasília)”

Ainda é uma incógnita o futuro de nossa cidade, dos projetos em andamento e de futuros. Bem como ainda é incerto como serão feitos os acertos das contas para que a cidade volte para os eixos, com os atendimentos aos serviços públicos de forma regularizada e com qualidade, o que é outro problema!

Desejamos que esse governo que inicia tenha êxito e que possa resgatar nossa cidade!

Atlas apresenta indicadores de 16 Regiões Metropolitanas

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Plataforma produzida em parceria pela Fundação João Pinheiro, Ipea e PNUD traz dados sobre renda, longevidade, educação, demografia e vulnerabilidade

A Fundação João Pinheiro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) realizarão coletiva de imprensa na próxima terça-feira, dia 25, às 11h, para lançar o Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras. Parte da série Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, ele é composto por uma versão impressa e um site. Essa base de dados na internet apresenta mais de 200 indicadores sobre renda, educação, demografia, trabalho, habitação e vulnerabilidade para Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) – conceito similar ao de “bairro” – de 16 Regiões Metropolitanas do Brasil.

Dessa forma, será possível saber qual era a situação de cada uma das mais de 9 mil UDHs no ano 2000 e o que mudou até 2010. Por exemplo, a ferramenta permite observar e comparar indicadores relativos a áreas como Morumbi (São Paulo, SP), Belvedere (Belo Horizonte, MG), Asa Norte (Brasília, DF) e Gávea (Rio de Janeiro, RJ). Produzida com base nos Censos Demográficos desses dois anos, a plataforma poderá ser acessada pelo endereço http://www.atlasbrasil.org.br. A versão impressa do atlas, por sua vez, traz indicadores de renda, longevidade e educação das 16 RMs, além de mapas de todas elas.

O nível de detalhamento de dados oferecido pelo site proporciona a gestores públicos, acadêmicos e a toda a sociedade uma ferramenta essencial para análise de disparidades intermunicipais e inter-regionais. As RMs analisadas são: Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luis, São Paulo e Vitória.

Link: Atlas apresenta indicadores de 16 Regiões Metropolitanas