Novo Site do Núcleo Brasília

Convido a todos aqueles que nos acompanham a acessar nosso novo site:

Logo_Nucleo_BSB

www.nucleobrasilia.com

Neste novo ambiente teremos a possibilidade de disponibilizar mais informação, com muito mais detalhes, como por exemplo: mapas interativos com dados de nossas pesquisas, gráficos interativos e muito mais.

Assim, sintam-se convidados ao nosso site e a se cadastrarem nele, para não perderem as atualizações que faremos!!

Abraços,

Rômulo Ribeiro

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Difusão Científica – Um dos Grandes Papeis do Observatório das Metrópoles

A Rede INCT Observatório das Metrópoles lançou via boletim semanal, no dia 17 de fevereiro de 2016, a ação de difusão científica “70 livros para download”.

A iniciativa obteve grande êxito e alcançou números impressionantes no site do Observatório das Metrópoles.

Foram mais de 1 milhão de 240 mil downloads no período de Fevereiro a Abril de 2016 – incluindo os acessos aos Livros no site principal (observatoriodasmetropoles.net) e no site da Coleção “Metrópoles: transformações na ordem urbana”.

Sobre a coleção, os números também impressionam. Segundo o levantamento realizado pelo programador Arthur Molina no servidor do site, foram um pouco mais de 585 mil downloads para a coleção “Metrópoles: transformações na ordem urbana” (Fevereiro a Abril de 2016).

LIVROS OBSERVATÓRIO

PDFs
Fev/2016 – 501.030
Mar/2016 – 416.346
Abr/2016 – 323.994

TOTAL = 1.241.370 downloads

EPubs
Fev/2016 – 3.908
Mar/2016 – 4.584
Abr/2016 – 2.496

TOTAL = 10.988 downloads

COLEÇÃO “METRÓPOLES: TRANSFORMAÇÕES NA ORDEM URBANA”
Orderm Urbana PDFs
Fev/2016 – 224.223
Mar/2016 – 186.585
Abr/2016 – 174.273

TOTAL = 585.081 downloads

Orderm Urbana EPUBs
Fev/2016 – 753
Mar/2016 – 1.201
Abr/2016 – 644

TOTAL = 2.598 downloads

Esta é  a quantidade de downloads por mês de todos os PDFs e Epubs

O Observatório das Metrópoles também vem divulgando sua produção nas Redes Sociais. Atualmente, a página do Facebook alcançou a marca de 14 mil seguidores – um número importante para a nossa rede.

Facebook: 14 mil seguidores 

Twitter: 2840 seguidores

Esses números demonstram a importância da produção científica do INCT Observatório das Metrópoles, bem como sua influência no debate público quando o tema diz respeito ao planejamento urbano e gestão das metrópoles brasileiras.

Vamos divulgar os números no boletim da próxima semana. Pedimos que os coordenadores divulguem o resultado para as equipes e públicos dos núcleos regionais.

Segue o link para divulgar a ação.

Observatório das Metrópoles 

disponibiliza 70 livros para download

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A Rede INCT Observatório das Metrópoles disponibiliza mais de 70 livros para download com o objetivo de dar continuidade à sua política de difusão científica com o compartilhamento amplo e gratuito de toda a sua produção de conhecimento.

As publicações fazem parte da trajetória da rede de pesquisadores e seu compromisso com o desenvolvimento metropolitano brasileiro, especialmente os resultados do quinquênio 2009-2014 no qual o Observatório passou a integrar o Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT/CNPq/MCT&I). Os livros tratam de temas como dinâmicas de metropolização, organização social do território, desigualdade social e segregação urbana, megaeventos, governança urbana e cidadania.

O Observatório das Metrópoles constitui um grupo nacional de instituições que realiza Pesquisa em Rede, comparativa e multidisciplinar, sobre os impactos metropolitanos da mudança de modelo de desenvolvimento. Sob a coordenação geral do IPPUR/UFRJ, o Observatório reúne cerca de 115 pesquisadores principais integrantes de 50 instituições dos campos: universitário (54 programas de pós-graduação), governamental e não-governamental.

As instituições reunidas no Observatório das Metrópoles vêm pesquisando de maneira sistemática as 15 principais metrópoles brasileiras – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Recife, Salvador, Natal, Fortaleza, Belém, Brasília, Vitória, Baixada Santista e a aglomeração urbana de Maringá.

Desde 2009, o Observatório integra o Programa INCT (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia) e busca ser uma rede plurinstitucional e pluridisciplinar que procura aliar suas atividades de pesquisa e ensino com a missão social de realizar e promover atividades que possam influenciar as decisões dos atores que atuam no campo da política pública, tanto na esfera do governo, como da sociedade civil.

Ao longo da sua trajetória a Rede Observatório das Metrópoles já publicou cerca de 120 livros, resultado dos seus esforços para fortalecer os estudos metropolitanos e o e o debate sobre o papel das metrópoles brasileiras para o desenvolvimento nacional. Nos últimos anos a nossa rede vem reforçando sua política de difusão científica, compartilhando suas publicações em formato PDF ou E-BOOK para o público geral.

Agora a Rede INCT Observatório das Metrópoles oferece uma compilação de 70 livros para download gratuito – as publicações tratam de temas fundamentais para o planejamento e gestão dos grandes centros urbanos do Brasil – tais como dinâmicas de metropolização, organização social do território – políticas habitacionais, mobilidade urbana, saneamento básico; desigualdade social e segregação urbana – bem-estar urbano, desigualdades escolares e segregação residencial; megaeventos, governança urbana e cidadania.

Acesse no link a seguir a Lista dos 70 Livros do Observatório das Metrópoles

Cidades virtuais: uso de games para estudos urbanos

Publicado por Observatório das Metrópoles

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Imagem do jogo SimCity (simulador de gestão de cidades)        Crédito: Reprodução/Web

 

A Rede INCT Observatório das Metrópoles vem desenvolvendo pesquisas como foco na inovação para a formação do chamado Profissional da Cidade, tanto na esfera das políticas públicas quanto na inserção desse profissional na nova Era do Conhecimento, pautada pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). O projeto “Cidades virtuais: uso de games para estudo de arquitetura e urbanismo”, do professor Pablo Lira (IJSN/UVV), é um exemplo de inovação em práticas pedagógicas: ele inseriu o game “SimCity” (simulador de cidades) nas aulas de Arquitetura e Urbanismo, permitindo aos estudantes verificar em ambiente virtual simulado a aplicabilidade e efetividade das teorias, instrumentos e mecanismos do planejamento urbano. O projeto foi um dos premiados do Prêmio Inova UVV 2015.

Pablo Lira é geógrafo do Instituto Jones dos Santos Neves (Governo do Espírito Santo), professor da Graduação do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Vila Velha e coordenador do Núcleo Vitória do INCT Observatório das Metrópoles.

Ele conta que o projeto “Cidades Virtuais” surgiu em 2014 de uma capacitação da UVV para o corpo docente, sendo que a proposta era desenvolver práticas inovadoras em sala de aula. “Nesse treinamento tive a idéia de usar o game SimCity – um simulador computacional de gestão cidades – no plano da disciplina Fundamentos Sociais, Econômicos e Ambientais de Arquitetura e Urbanismo. A proposta era que os estudantes pudessem aplicar na prática virtual as teorias urbanas que estudávamos em sala”, relata e completa:

“O projeto “Cidades Virtuais” visa estimular os alunos a refletir de forma inovadora, em uma perspectiva heurística, para encontrar soluções, com base nas teorias trabalhadas nas aulas expositivas, para problemas complexos no campo da Arquitetura e Urbanismo. Nossos futuros arquitetos e urbanistas, com a referida dinâmica, exercitam e desenvolvem suas capacidades técnicas, de liderança, de gestão e de trabalho em equipe, bem como princípios de ética e cidadania”, afirma.

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Pablo Lira fala sobre “Cidades Virtuais” durante a premiação do Prêmio Inova UVV

SIMULADOR DE CIDADES NA SALA DE AULA

Pablo conta que o SimCity possibilita práticas de planejamento, construção e gerenciamento de uma cidade a partir de um território delimitado.

Em sala de aula, ele propõe a formação de grupos que serão gestores de várias cidades. No início do jogo, o grupo irá conceber a cidade a partir da topografia, hidrografia, cobertura florestal e definir espécies de fauna e flora.

Na etapa seguinte, os estudantes assumem o “modo Prefeito” e passam a planejar e gerenciar a cidade, controlar o orçamento e finanças municipais, monitorar as condições ambientais e administrar uma série de questões urbanas, como por exemplo:

  • zoneamento agrário, industrial, residencial e comercial;
  • manutenção de infraestrutura;
  • saneamento básico;
  • vias públicas;
  • educação, saúde e segurança;
  • greves de funcionários públicos;

“Em cada equipe é eleito um líder que representa a figura do gestor maior da cidade. Os demais membros das equipes assumem importantes papeis de conselheiros, planejadores e secretários municipais”, explica Pablo e finaliza: “A atividade lúdica do jogo desafia os alunos estimulando o desenvolvimento do raciocínio lógico, reflexivo e analítico que é exercitado individualmente e coletivamente nas equipes”.

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Estudantes de Arquitetura e Urbanismo UVV simulando a gestão da cidade

Pablo aponta ainda que a divisão da turma em equipes favorece o debate, trabalho em grupo e aprendizado cooperativo. “O papel do educador é instruir e supervisionar o trabalho de maneira geral com a turma e prestar orientação particularizada em cada equipe”.

POTENCIALIDADES

O caráter interdisciplinar do projeto “Cidades Virtuais” também evidencia interfaces com outras disciplinas da grade do curso de Arquitetura e Urbanismo, a saber:

  • Introdução à Arquitetura e Urbanismo;
  • Conforto, Saúde e Segurança;
  • Teoria e História da Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo;
  • Planejamento Territorial, Ambiental e Urbano.

E possibilita aos alunos explorar uma série de novos conhecimentos relacionados ao planejamento e gestão urbana que vão além do curso de Arquitetura e Urbanismo, como por exemplo:

  • finanças públicas
  • estatística
  • cartografia
  • geoprocessamento
  • estrutura econômica
  • setores produtivos
  • transportes e obras públicas
  • logística
  • engenharia

Com a utilização do SimCity, os estudantes podem verificar em ambiente virtual simulado a aplicabilidade e efetividade de instrumentos e mecanismos da política urbana e políticas setoriais como:

  • zoneamento urbanístico;
  • definição de índices urbanismos;
  • uso e ocupação do espaço urbano;
  • mobilidade e modais de transportes;
  • saneamento e habitação;
  • abastecimento hídrico;
  • matriz energética, entre outros;

ENVOLVIMENTO

Segundo Pablo Lira, o envolvimento dos alunos com a disciplina aumentou muito com o uso do jogo. “Antes de aplicar essa dinâmica, os alunos sempre ficavam mais cansados. Vejo a maioria muito motivada, e aplicando os conhecimentos teóricos em uma experiência de gestão da cidade. No final do semestre realizamos um seminário no qual cada grupo apresenta o resultado do seu planejamento-gestão a partir da perspectiva social, econômica, ambiental”.

PERSPECTIVAS FUTURAS

Pablo conta que já está avaliando a possibilidade de trabalhar concomitantemente este projeto em plataformas de smartphones, considerando que já existe uma versão gratuita do jogo SimCity para essas novíssimas tecnologias.

Além disso, pretende replicar a experiência em outros cursos da UVV, bem como submissão de artigos em periódicos.

Ele já está usando o simulador de cidades no Curso de Pedagogia no qual ensina a disciplina Fundamentos do Ensino de Geografia. “Eu uso o simulador na pedagogia para que os estudantes pensem o espaço geográfico, a relação do homem com o espaço, as relações socioespaciais etc”, explica e conclui:

“Vivemos numa Era Urbana, e todos estão vivendo e produzindo na cidade. Ela é o nosso espaço de açao, portanto todos os profissionais devem olhar para a Cidade, refletir sobre seu funcionamento, políticas, sustentabilidade etc”.

Livro “Megaeventos: impactos da Copa e Olimpíadas no Brasil”

Publicado pelo Observatório das Metrópoles

Livro “Megaeventos: impactos da Copa e Olimpíadas no Brasil”

Por Breno Procópio – Jornalista do Observatório das Metrópoles

Quais legados os megaventos esportivos estão deixando para o Brasil? E para quem? A Rede INCT Observatório das Metrópoles promove o lançamento do livro “Brasil: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016” no qual oferece a análise mais completa sobre o legado efetivo dos grandes eventos esportivos no país: da relação entre os megaeventos e a mercantilização das cidades, passando pelos impactos econômicos, impactos das intervenções no direito à moradia, mobilidade e governança urbana, impactos para o futebol brasileiro; até as leituras temáticas para cada uma das 12 cidades-sede da Copa.

O lançamento do livro “Brasil: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas 2016” aconteceu, na quarta-feira (29 de abril), na sede do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro e contou com a participação do coordenador nacional do INCT Observatório das Metrópoles, profº Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro; do coordenador nacional da pesquisa “Metropolização e Megaeventos”, profº Orlando Alves dos Santos Júnior; da representante do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, Inalva Mendes Brito; do representante da FINEP, Daniel Soares; e da professora e organizadora do livro “Megaeventos sobre São Paulo”, Clarissa Maria Rosa Gagliardi .

Segundo o profº Luiz Cesar Ribeiro, o livro mostra o esforço da Rede Observatório das Metrópoles de produzir uma pesquisa completa sobre os impactos dos megaeventos no Brasil. “Urbanistas, geógrafos, sociólogos e outros profissionais se dedicaram a investigar cada uma das 12 cidades envolvidas na Copa. Também se propuseram a analisar, no plano nacional, dimensões essenciais da vida metropolitana, tais como a mobilidade, a moradia e as políticas de segurança”, afirma Ribeiro e completa: “As análises apontaram que os megaeventos esportivos fazem parte da adoção de um padrão de governança empreendedorista neoliberal, que promove um novo ciclo de mercantilização em nossas cidades”.

Profº Luiz Cesar Ribeiro

Para Daniel Soares, a FINEP acertou ao financiar uma pesquisa inovadora como essa realizada pelo Observatório das Metrópoles. “Inovadora porque não temos muitas pesquisas sobre a realização de megaeventos esportivos em países periféricos como o Brasil, especialmente em no contexto dos megaeventos que conhecemos hoje e que se reconfigurou a partir da década de 1980. Além disso, inovadora porque acompanha o processo, avalia os impactos e a transformação das cidades brasileiras sob a intervenção dos grandes eventos esportivos”, argumenta. “Acreditamos que o livro que está sendo lançado agora poderá subsidiar atores públicos na tomada de decisões – tanto em âmbito nacional quanto internacional”, afirma Soares.

Daniel Soares, Finep

Durante a sua fala Inalva Mendes Brito destacou o apoio dado pela Rede Observatório das Metrópoles aos movimentos sociais, e a articulação conjunta com o Comitê Popular da Copa e Olimpíadas do Rio de Janeiro na produção de dados e informações para subsidiar a luta dos ameaçados pelas remoções. “Os Comitês Populares tiveram uma atuação fundamental, pois narraram as violações de direitos humanos durante o processo, ou seja, não é uma fala posterior mas sim de que está inserido nas transformações sociais e históricas. E foi muito importante essa atuação pois está inserida em um momento de recrudescimento da mercantilização da cidade”, afirma Inalva Mendes Brito.

Inalva Mendes Brito, Comitê Popular da Copa

O evento de lançamento do livro contou com pesquisadores dos núcleos de Recife, Cuiabá, Brasília e Manaus, Fortaleza, São Paulo e Porto Alegre, e mais a equipe nacional sediada no Rio de Janeiro.

Equipe Megaeventos do Observatório das Metrópoles

Os megaevento esportivos e a emergência da governança empreendedorista

“Segundo o geógrafo David Harvey, ‘o espetáculo sempre foi uma potente arma política’, mas tal atributo se intensificou nos últimos anos como forma de projeção e controle social na cidade, no contexto da ascensão do modelo de gestão urbana empreendedorista  neoliberal”. (Gilmar Mascarenhas, Prefácio Livro Brasil: impactos da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016).

De acordo com o profº Orlando dos Santos Jr., a análise da pesquisa “Metropolização e Megaeventos” confirma neste momento a hipótese inicial do projeto de que associado aos megaeventos estaria em curso – em todo o mundo, como fato global – o que David Harvey chamou de “urbanização do capital” como expressão das novas condições impostas para a circulação do capital crescentemente sobreacumulado e financeirizado.

“O que se verifica é um processo que torna necessário mercantilizar o que antes estava fora do circuito da mercadoria e (re) mercantilizar o que foi colocado sob  regime da proteção de instituições sociais por sua importância para a reprodução da vida. A cidade – juntamente com a cultura – é a nova fronteira em vias de desbravamento, explorada como tentativa de solução espaço-temporal dos efeitos da exacerbação da sua estrutural crise de acumulação”, argumenta Orlando.

Nesse sentido, os megaeventos expressam um projeto urbano de renovação e reestruturação da cidade. Ou seja, é impossível falar de megaeventos esportivos sem falar do projeto de cidade, como dois processos inseparáveis.

Segundo Orlando, o projeto urbano de renovação e reestruturação das cidades-sede parecem apontar para três direções não excludentes entre si: (1) no fortalecimento de centralidades já existentes das cidades; (ii) na renovação ou revitalização de centralidades decadentes no interior das cidades-sede; (iii) na criação de novas centralidades, através de grandes investimentos em áreas específicas das cidades-sede.

“Pegando o caso do Rio de Janeiro, percebe-se que as intervenções vinculadas à preparação da cidade para receber a Copa do Mundo e as Olimpíadas vêm ocorrendo prioritariamente em três áreas, a Zona Sul, confirmando o fortalecimento da centralidade que já caracteriza este espaço; a Área Portuária, refletindo o investimento na renovação e revitalização de uma centralidade considerada decadente; e Barra da Tijuca, que expressa a construção de uma nova centralidade”.

O livro Brasil: impactos da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 apresenta 10 proposições que servem de chave de leitura para entender os principais impactos dos megaeventos esportivos no país.

1) Os projetos de intervenção e renovação urbana implementados nas cidades-sede são a expressão de uma nova rodada de mercantilização das cidades;

2) A realização dos megaeventos esportivos está associada à difusão de um novo modelo de governança empreendedorista neoliberal nas cidades-sede;

3) Os processos de neoliberalização potencializados pelos megaeventos esportivos ocorrem de forma diferenciada em cada cidade-sede, tendo em vista a especificidade de cada contexto local;

4) As intervenções vinculadas à preparação para a Copa do Mundo e as Olimpíadas promovem um processo de destruição/criação de instituições, regulações e de centralidades no espaço urbano;

5) A implementação dos projetos de reestruturação urbana vinculados aos megaeventos esportivos encontram diversas barreiras que ensejam diversos conflitos urbanos;

6) Os projetos de renovação e reestruturação urbana vinculados à Copa do Mundo e às Olimpíadas promovem um processo de relocalização dos pobres nas cidades;

7) A Copa do Mundo e as Olimpíadas estão associadas à promoção de novos canais decisórios sem participação social e a adoção de leis de exceção que expressam a subordinação do poder público aos agentes de mercado;

8) A preparação da Copa do Mundo e das Olimpíadas tem servido para difundir um modelo de gestão fundado nas parcerias público-privadas;

9) A Copa do Mundo e as Olimpíadas promovem a reconfiguração do futebol e das práticas esportivas;

10) Megaeventos esportivos têm promovido o empreendedorismo urbano no contexto internacional.

Faça o download do livro “Brasil: impactos da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016” e leia sobre as principais análises sobre o legado dos megaeventos esportivos para o país.

Awesome Infographic Shows Benefits of Sustainable Transport

Posted by Sustainable Cities Collective

A family travels by train in Germany. Photo by Edo Medicks/Flickr.

They say a picture is worth a thousand words. So what about an infographic?

Information graphics, or infographics, recently emerged as a highly popular and effective medium for visualizing and sharing information. According to visual.ly, a website that helps users tell their stories visually, an infographic is: data, sorted, arranged, and presented visually. In other words, an infographic is a visual image used to convey information.

Infographics are powerful. Why? Mark Smiciklas, a digital strategist and consultant, offers three simple explanations: Infographics are easy to digest, easy to share, and cool. Further, the range of information infographics can convey is literally infinite – infographics even come in handy to explain sustainable transport.

For today’s Friday Fun, here are a few great infographics courtesy of the Cities Collective, a partnership between Future Cape Town and Urban Times.

These infographics highlight the many co-benefits of sustainable transport – which are so numerous that when you focus on just one it’s easy to lose sight of the others. From increasing access to economic opportunities like jobs and markets, improving road safety, reducing traffic congestion and passenger travel time, mitigating vehicle emissions that contribute to climate change, and making our cities healthier and more livable, there’s a lot to keep in mind. The bottom line is that alternatives to private vehicles – like public transport, walking, and bicycling – can be safer, more effective, healthier for you and the environment, and fun. As a reader of TheCityFix, I bet you didn’t need an infographic to tell you that. Enjoy!

Inclusive and sustainable transport. Infographic by Asian Development Bank.

The many connections between transport and health. Infographic by NewPublicHealth.org/Robert Wood Johnson Foundation.