Nossos Projetos

1. INCT Observatório das Metrópoles

1.1. Dispersão Urbana e Acessibilidade nas Metrópoles

O presente trabalho integra o projeto do INCT Observatório das Metrópoles: território, coesão social e governança democrática, o qual está organizado em cinco linhas:

Linha I – Metropolização, dinâmicas intermetropolitanas e o território nacional.

Linha II – Dimensão sócioespacial da exclusão/Integração nas metrópoles: estudos comparativos.

Linha III – Governança urbana, cidadania e gestão das metrópoles.

Linha IV – Monitoramento da realidade metropolitana e desenvolvimento institucional.

Nosso trabalho insere-se na Linha II- Dimensão socioespacial da exclusão/Integração nas metrópoles: estudos comparativos. A hipótese inicial desta linha é que os processos socioespaciais em curso nas metrópoles brasileiras têm enorme importância na compreensão dos mecanismos societários de exclusão e integração, por meio de seus efeitos sobre a estruturação social, os mecanismos de produção/reprodução de desigualdades e as relações de interação e sociabilidade entre os grupos e classes sociais. Tais processos sócioespaciais são conceituados nesta linha como diferenciação, segmentação e segregação.

2. Impactos de Megaeventos Esportivos: Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016

Em se tratando de grandes eventos, como a Copa do mundo de futebol, grandes impactos ocorrem em função das mudanças necessárias para a realização de tal evento. Esses impactos incidem sobre a população e as cidades e podem ser positivos ou negativos.

Uma das cidades escolhidas para sediar a Copa de 2014 foi Brasília, no Distrito Federal. Atualmente ela tem uma população de cerca de 2,6 milhões de habitantes (IBGE, 2011) e apresenta diversos problemas urbano-ambientais, relacionados, principalmente, com a capacidade suporte e com a integração da Região Administrativa 1 – Brasília (onde fica o Plano Piloto) com as demais regiões administrativas do Distrito Federal. Sendo assim, um dos grandes investimentos para a Copa de 2014 em Brasília está voltado para a estrutura e a mobilidade urbana.

Com a demanda de eventos como o da Copa do Mundo fazem-se necessários estudos prévios relacionados às cidades que as sediarão, como forma de simular os impactos a serem gerados, relacionados aos investimentos e transformações na estrutura das cidades, direta e indiretamente ligadas ao evento, além de instituir diretrizes relacionadas às questões impactantes, positiva e negativamente para a cidade e região.

Tem-se a preocupação com impactos sociológicos e urbano-ambientais nas cidades que sediam grandes eventos, principalmente, sobre as transformações que ocorrem e permanecem após o término deles. São de grande importância os levantamentos na cidade-sede do evento e as reflexões que eles facultarão, pois podem tornar-se ferramentas de controle e monitoramento dos impactos gerados, de forma a poder subsidiar diretrizes que sirvam de parâmetro para o controle das transformações geradas por megaeventos e instrumentos para as políticas públicas.

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